Feira de Projetos Educativos do Concelho da Moita

O nosso agrupamento participou na XVª Feira dos Projetos Educativos do Concelho da Moita.
Agradecemos a todos os que passaram por lá, nos deram força e elogiaram os trabalhos desenvolvidos pelos alunos, seus familiares e professores.
O nosso muito obrigado. 

Ceia Medieval em Alhos Vedros

Com a participação dos alunos da EB 2/3 José Afonso

Mais vídeos de Alhos Vedros em alhosvedrostv.com

Pisa 2012

O PISA - Programme for International Student Assessment foi lançado pela OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico - em 1990, visando avaliar a capacidade dos alunos que se aproximam do final do ensino obrigatório, na maioria dos países participantes, para a resolução dos desafios da vida quotidiana.
O PISA é, pois, um projeto baseado na idade dos alunos que se aproximam do final do ensino obrigatório, avaliando estudantes de 15 anos que frequentem pelo menos o 7º ano de escolaridade.
Os estudos do PISA ocorrem em ciclos de três anos, tendo sido iniciados em 2000 (1º ciclo PISA). Os resultados e exemplos de materiais já utilizados em estudos anteriores foram publicados pela OCDE e estão disponíveis na página (http://www.pisa.oecd.org). O próximo Estudo Principal do PISA ocorre neste ano de 2012.

Em 2012, a Literacia da Matemática vai voltar a ser o domínio principal do estudo PISA e além da aplicação do teste em papel será aplicado um novo teste em suporte digital (computador) incindindo principalmente numa temática inovadora de Resolução de Problemas.

A escola José Afonso foi selecionada  para participar no Estudo Principal do PISA 2012.

A aplicação dos testes irá ocorrer no dia 9 de Maio de 2012.

Pode consultar o folheto informativo aqui.

38º Aniversário do 25 de Abril de 1974

Pelo terceiro ano consecutivo, na escola sede do Agrupamento de Escolas José Afonso, em Alhos Vedros, o Departamento de Ciências Sociais e Humanas, sob a responsabilidade das Docentes que leccionam História e Geografia de Portugal e História, dinamizou um conjunto de atividades alusivas aos acontecimentos ocorridos na madrugada do dia 25 de abril de 1974, envolvendo também, as comemorações do Dia do Trabalhador e, naturalmente, relembrar e homenagear a irreverência do Patrono do nosso Agrupamento que fez da canção uma poderosa arma ao serviço dos Valores Democráticos.
Comemorar as conquistas de Abril, festejar a Revolução dos Cravos, cimentar a Amizade, reforçar a Fraternidade, sentir a Liberdade e partilhar com os nossos alunos Valores Cívicos e de Cidadania foram os objetivos principais que nos levaram a desenvolver esta atividade extracurricular de caráter lúdico pedagógico.
Este ano letivo os alunos de 2º e 3º ciclos elaboraram cartazes que podem ser observados no polivalente da escola sede.
Desde o dia 16 até ao dia 20 de abril decorreram, no auditório da escola sede, palestras, onde os oradores convidados relataram as experiências vividas antes e depois do 25 de abril de 1974, esta iniciativa foi organizada pela CMM.
Pelo recinto da nossa escola foram colocados cravos vermelhos, em cartolina, contendo informações relacionadas com os acontecimentos que levaram à implantação, na maioria dos países ditos “ocidentalizados”, do Dia do Trabalhador.
Ao nível do trabalho, em contexto de sala de aula, os alunos de 5º e 6º anos de escolaridade, foram convidados, com a orientação da Docente que lecciona a área curricular de História e Geografia de Portugal, a “fabricar”, cravos vermelhos, sendo que, em cada um deles foi também colocada uma frase relacionada com o evento.
A simbologia do cravo vermelho, na Revolução de Abril já tinha sido explicada através de uma estória de caríz pouco científico, mas “delicioso” aos ouvidos dos nossos alunos. Todos os jovens perceberam que estavam a fazer cravos vermelhos porque há 38 anos, a Dona Celeste, que carregava um molho de cravos vermelhos nos braços, saiu do metro na estação do Chiado e, perante a concentração de tantos militares, dirigiu-se a um soldado perguntando o que se passava. O militar informou-a que se tratava de uma Revolução e perguntou-lhe se, esta, tinha alguma coisa para comer. Sem nada para puder acalentar o militar, ofereceu-lhe um cravo vermelho, que ele colocou no cano da arma que tinha ao ombro. Com o passar do dia, sem tiros disparados, mas ainda receosos em manifestações eufóricas os populares começaram silenciosamente e simbolicamente a colocar um cravo vermelho ao peito, em sinal de Solidariedade e Fraternidade para com os Heróis de Abril.
A envolvência e motivação demonstrada pelos alunos foi um marco importante para o sucesso desta iniciativa e para que, ano após ano, com os alunos mais experientes a ajudar aqueles que chegaram este ano, esta iniciativa continue a oferecer às Docentes envolvidas nesta atividade, momentos agradáveis e compensadores do tempo extra que, necessariamente, é dispendido.
Durante esta última semana, a recortar cartolinas, a cortar arame, papel, ouvir baladas de intervenção, estruturar textos (para colocar em separadores de livros também elaborados pelos alunos), pesquisar imagens e informação para a elaboração de cartazes, todos nós estávamos a lembrar os caminhos que abril nos abriu, a participar festivamente na comemoração, de uma das muitas, etapas, da História de Portugal e todos, Alunos e Docentes, tentámos contribuir, para a existência de uma escola mais pluridimensional e de caráter cultural, tentando, paralelamente, aproximar os alunos aos conteúdos curriculares disciplinares.
Os jovens adoram estórias da História e todo o tipo de histórias contadas pelos Pais, Encarregados de Educação, Avós, ou Educadores.
É certo que, o tipo de narrativa a usar com os nossos alunos terá de ser, necessariamente, adaptado à sua faixa etária e, muitas vezes, também, ao contexto geográfico e sócio familiar em que estão inseridos para que a “mensagem curricular” seja bem recebida e percebida no seu universo cultural.

Neste sentido, é da nossa responsabilidade, como agentes educativos, “salpicar” os conteúdos curriculares programáticos, com alegria/emoção, respeito/educação, tolerância/rigor e amizade. Decerto que, o somatório de todas estas variantes irá valorizar o “capital cultural” dos nossos jovens, tornar mais vastos os seus “horizontes históricos” e torná-los cidadãos mais conhe

cedores dos Valores Democráticos, dos Direitos e Deveres que a Revolução dos Cravos nos ofereceu e que, obrigatoriamente, temos que saber preservar.

Dia S. Martinho

A nossa escola comemorou o hallowen

Feira de Projetos 2010/2011

Comemorações do 25 de Abril e do dia do Trabalhador

No dia 29 de Abril, os alunos do 2º Ciclo participaram numa actividade inserida no PAA, no âmbito das Comemorações do 25 de Abril e dia do Trabalhador. Tratou-se de uma atividade de Campo na Vila de Alhos Vedros, Arroteias e Fonte da Prata.

25º Aniversário da Escola Básica 2/3 José Afonso

A nossa escola comemora o seu 25º aniversário.

Com esta comemoração queremos, antes de mais, homenagear os Encarregados de Educação, que com o apoio das Autarquias, lutaram e tornaram possível a construção desta escola.

Pretendemos homenagear também todos os alunos, professores e assistentes que ao longo destes anos deram vida à escola e contribuíram para a construção do clima afectivo que hoje sentimos.

E não podíamos esquecer de homenagear o nosso patrono - professor, poeta, cantor - José Afonso.

Ao longo destes 25 anos muitas foram as vidas que por aqui passaram, muitas foram as histórias que aqui se viveram.

Queremos continuar a marcar a vida de todos os que por aqui passaram, a deixar boas memórias e acima de tudo pretendemos continuar a contribuir para o desenvolvimento desta comunidade que nos acolhe e a que muito orgulhosamente pertencemos.

 

Maria José Martins

Notícia no Jornal O Rio